Série Amor proibido

por Simon-Poeta

I Antologia "Whisky, Charuto e Poesia"

Clique na imagem e marque presença!

Portal Poesia é Vida

Clique na imagem e visite nosso portal: "um lugar íntegro, pra quem é bem informado."

APP Poesia é Vida

Clique na imagem para baixar gratuitamente nosso APP para dispositivo móvel.

Biblioteca Poesia é Vida

Clique na imagem para receber nossas indicações de leitura.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

PARA COMEMORAR 2014... ESPERANÇA, DE MÁRIO QUINTANA

Esperança

Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...

Mário Quintana

2014


Que seja... o que não foi...
que se realize... os sonhos que guardei...
que seja verdade... as minhas quimeras...
que me ame... os amores que amei...

Que seja poesia... as falsas palavras que gritei...
que não seja utopia... as imaginações que imaginei...
que perdoem-me... os homens que apunhalei
que eu perdoe... os que me odiaram...

Que tenha em mente... que só se ama se for amado...
que aprenda enfim... o valor de um carinho...
que confie mais... nas pessoas que tenho comigo...

Que seja mais... as felicidades que proporciono...
que sejam grandes... as felicidades que tenho...
Que haja... sempre boas loucuras...

Josué D' Brytto

domingo, 29 de dezembro de 2013

Um Dia me Perguntaram se eu Era Feliz


Um dia me perguntaram se eu era feliz;
Disse que sim.
Afinal, não sabia de facto o que era e o que sentia,
Como não sei até hoje.
Só sei que não sei quem sou...
Só sei que não sei o que sou...
Só sei que sou Descartes,
"Só sei que nada sei".
Eu, falso, fingido e sem caráter,
Fui capaz de mentir o que sentia...
Posso sentir tudo, menos felicidade.
Nasci revoltado,
Nasci no berço da solidão,
Que me cobre por angústias de um mundo.
Se hoje, novamente, perguntarem-me se sou feliz,
Hei, de responder com frieza extrema:
"NÃO SEI!"
E se me perguntarem por quê,
Responderei com alto tom:
"AS PESSOAS ME DEIXAM ASSIM."
Às vezes, acho que sou assim,
Depressivo,
Porque costumo me preocupar com os outros mais que comigo mesmo;
Mas não, não falo mal de outras pessoas...
Apenas me preocupo com elas, mais que comigo mesmo.
Um dia me perguntaram se eu era feliz;
Não sou mais,
Pois a última vez que me lembro de ter-me visto feliz,
Foi quando não fui concebido a esse mundo.
Um dia me perguntaram por quê eu não gosto de viver;
E eu respondi:
"GOSTO DE VIVER, SIM."
Afinal, dessa vez eu sabia o que sentia,
E não era isso.
Eu nunca pedi para nascer,
Nunca senti gosto por esse acto que muitos acham maravilhoso.
Nunca me senti feliz ao viver bons momentos da vida,
Porque a vida, ao todo,
É o pior momento para se viver.
Não sei o que a vida é,
Nem sei, pra quê ela serve,
Só sei de uma coisa:
Um dia me perguntaram se eu era feliz;
E eu disse, que a vida não me deixara ser de tal modo.

Simon-Poeta

sábado, 28 de dezembro de 2013

Amigas Para Sempre


Mais que primas,
Amigas de verdade,
Cada uma é da outra, a metade,
Que faltava nas derivas,
Do valor da amizade.
Loucas,
E têm razão;
O que seria do mundo uma bola que gira,
Com noção,
De duas amigas,
Que se vivem de corpo, alma e coração.
Sabem ser amigas de verdade,
Mais que primas:
Irmãs...
Mais que irmãs:
AMIGAS PARA SEMPRE.

Simon-Poeta em homenagem a amizade de Caroline França e Sarah Moura

Caroline França


Quem me dera se todos a conhecesse,
Se todos soubessem como ela é...
Como ela age;
Como ela sente;
Como ela sabe,
Como ela tem fé.
Quem me dera se todos fossem como ela,
Agissem de tal maneira,
Levassem a vida como uma eterna brincadeira séria,
E dessem valor àquilo que mais se preza:
A AMIZADE...
Se todos um dia tivessem a sorte,
De conhecer essa pessoa,
Viveriam numa brincadeira boa,
De ultrapassar as dificuldades,
E saber que na verdade,
O mais importante da vida,
Sem mesmo um local pra ser vivida,
É O VALOR DA AMIZADE!

Simon-Poeta em homenagem a Caroline França

Soneto à Sarah Moura

Louca e extrovertida,
Como se deve ser,
Para viver corretamente a vida,
Com o gosto do inocente prazer.

Vive com intensidade,
É muito gentil, e é boa pessoa,
Mas o que todos admiram é a honestidade,
De sua pessoa boa.

Todos sabem o que ela é,
E todos que a conhecem,
Querem ser mais gentis para com ela...

Bonita, legal, sabe o que quer;
Definida, não deixa ninguém que se preze,
Deixar de saber sobre essa pessoa bela.

Simon-Poeta em homenagem a Sarah Moura


quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Te sinto


As letras aqui irão contribuir
Um parecer do meu caminhar
Onde direi um pouco do sentir
Junto ao passo do meu respirar

Sempre que sinto aquela imagem
Lembranças inundam meu coração
Quando pisco para a linda paisagem
Explodo em alegria e perco a noção

E alimentando-me com os dizeres
Fortifico-me com uma felicidade
Onde toques são unidos em prazeres
Que quero para toda eternidade

E quando entro em seu pulsar
Sou guiada por uma emoção
A te ouvir eu começo a chorar
E sou amarrada ao seu coração

sábado, 21 de dezembro de 2013

Ao Rei do Brega

Todo mundo já foi traído,
Mesmo que seja pela vida,
Ou pela pessoa querida,
Essa é a questão de termos até aqui vivido...

Termos aqui passado,
Aqui chorado,
Aqui morrido,
Aqui morado.

O Rei do Brega,
Reginaldo Rossi,
Já sofreu por isso...

E é com essa entrega,
Que de melhor brega, dou a posse,
Com meu sentimento não submisso.

Simon-Poeta 

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Saudade

Saudade, sentirei,
hoje mais do que nunca,
sentirei, a saudade de um homem,
que os homens teve como rei,
ainda não sou corno,
mas sei que serei, é destino de
todos os homens, contudo
sofrerei ainda mais, sem o
Reginaldo para afogar
as magoas de um rapaz...

"Garçom"

"Garçom! aqui nesta mesa de bar"
Saudades agora vou deixar.
E a conversa pela metade.
Então ficará!!!

Garçom, infelizmente.
Não posso voltar.
A última já não vou mais tomar.
Pegue a garrafa e distribua então.

A garçom que tanto me ouviu falar.
Agora só gravação podes escutar.
Estou partindo para outro lugar.
Levo comigo as lembranças ou não?

Garçom, agora sofrimento.
Não mais restará.
Festa no céu, irei cantar.
Não chores, estarei a me alegrar!!!


Por Silvana Santana

Fim de Primavera!!!

"Vem chegando o verão.
As flores da primavera.
Tristes caem no chão.
No último dia dessa estação.

Que triste agora lamenta.
A partida repentina do cidadão.
Que cantou e na mesa chorou.
Desabafando com o garçom.

Mais triste o verão vai ficar.
Sem ver sem ouvir cantar.
Novamente a velha canção.
Que tocava em seu coração.

Nem mais uma gelada irá tomar.
Na velha mesa a lhe esperar.
No fim da tarde.
De qualquer estação.

Garçom nessa ocasião.
Em que a tristeza assola o coração.
Não deixes a esquentar.
Divida a gelada com alguém que passar!!!

Por Silvana Santana

Tributo à Reginaldo Rossi


Nunca gostei de músicas assim,
Até que te conheci,
E vi que a música só ficava boa,
Se quem cantasse a vivesse.
Ouço suas canções,
E sinto o fervor,
Que a música traz.
A música boa,
Que a todos satisfaz.
Nunca mais vou gostar de outras música assim,
Somente das suas.
Seu jeito de ser,
Que conquistou meu ser,
Ensinou-me a ter um gosto musical,
Diverso, como é o seu.
Oh! Reginaldo Rossi,
Onde estiver,
Saiba que nesse momento estou chorando,
Me acabando em lágrimas de dor e solidão.
Jamais gostarei de musicas assim,
Só das suas...
E agora, com orgulho digo,
O que sempre disse a quem me perguntava sobre meus gostos:
EU AMO REGINALDO ROSSI!... ADEUS.

Simon-Poeta

Deixou em Pedaços o meu Coração

Quem me dera se todos os bons fossem eternos,
Ah! Queria eu estar novamente perto de ti...
Queria te ouvir,
E, imitando-te, vestir seus ternos.

Queria eu estar olhando para seus olhos esbugalhados,
Tampados pelos óculos marrons,
Olhar da sua roupa os diversos tons,
Em tecidos diversos e espalhados.

Mas você foi,
E me deixou um consolo,
A beleza de tuas canções...

Não terei uma boa vida sem ti, e depois,
Não sei se me controlo,
Deixou em pedaços, o meu, e os nossos corações!

REGINALDO ROSSI, SENTIREI ETERNAS SAUDADES.

Simon-Poeta
em homenagem a Reginado Rossi (um dos meus cantores predilectos)


Canção de solidão



Ao Rei do Brega

Cantei... desde "garçom"
a "deixa de banca"
não sei mais onde esconder,
a música acabou para mim,
a mesma que curou-me da solidão
e tirou a tristeza de mim...

Hoje passarei uma noite vazia,
como foram todas as noites para mim,
será carregada de melancolia,
sem a música para me servir...

Sentirei tremenda
saudade da música, mas
mesmo com a voz em meu coração
será apenas instrumental, não
sei o que faço sem Reginaldo...

Ainda sou novo e não posso beber,
não tenho amigos na boemia,
só posso querer esquecer...
Segue sem ritmo a canção,
não tem mais ritmo sem o rei,m
enterro-me no brega e na solidão,
até que a morte venha me envolver...

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Radio Poetica

Estamos ao vivo pessoal, vamos escutar nosso premio literário!!!

http://rpoetica.jimdo.com/

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Desejo Carnal

Eu sei bem o que é amar,
Não é somente alto sonhar,
Faz parte também do prazer,
De usar você...

Sei a verdade sobre nossos beijos,
Sei de cór os seus desejos,
Acompanho seus fetiches,
E tudo que mais me exiges.

Beijo-te, fica louca,
Tira a roupa,
E vem a meu encontro,
Para esse eterno encanto.

Ali há amor,
Não se deixa um dor,
Conta desse sentimento tomar,
O amor é sonho de sonhar.

Tudo que vivi com você,
Pode crer que
Jamais se apagará,
Na cronologia que não pensa em parar.

Desejo-te carnalmente,
Entra em minha mente,
Bebe meus pensamentos,
E encante meus momentos.

Não vivo sem te viver,
Só sei olhar pra você,
Seja eu lá cego, talvez,
Ou enquanto esse último mês.

Simon-Poeta



Pesadelo

Quero sonhar,
Beija-me a noite também,
Faça-me refém desse seu jeito de cantar.
A vida deu-te a mim,
Não quero lhe devolver,
Só sei sonhar você, seja isso bom ou ruim.
Vem, usa-me,
Vem, toma-me,
Sinta meus beijos,
Viva minha vida, em seus desejos,
Oh! Meu querido (sonho)...
Quero te amar,
Minha vida vem a teu encontro.
Pois meus momentos,
E meus cantos,
Vem nos contos que invento,
A melancolia,
No meu sopro de vento,
A "desalegria",
De agonizar morto,
A morte de alguém que por lá passaria.
Então, acordo desse pesadelo,
Pois o despertador toca na agonia,
E desperta minha dor,
Desperta dor,
Desperto a dor.
Deposto o amor,
Demais pro senhor.
Digo-te esse pesadelo,
Esse sonho passageiro,
Essa história que morreu,
Logo de manhã,
Quando quem acordou pra vida real,
Não fui eu.

Simon-Poeta

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Livro

Amigos, peço a vocês que acessem o meu livro. Basta apenas um click!!!

domingo, 15 de dezembro de 2013

Volúpia


Poema a profunda dor da alma

Não imaginam vocês
a dor que sente a alma de um poeta,
como ama o  coração
desse pobres mortais
que mesmo que por falta
de livre arbítrio aprisionaram-se
em paixões, ainda mais suas almas
.
Quão (in)felizes são esse poetas,
que sofrer de amor por certeza,
e que ficam felizes mesmo
sabendo que sofre pelo amor
do amor de alguém.

Soneto à Morte de um Poeta

Viver nunca me satisfez,
Não encontrei outra maneira de viver a não ser a poesia,
Mas essa não traz só alegria,
Também traz angústia a quem a fez.

Ser poeta é bom,
Só não sei o porque,
Talvez seja a alegria dos elogios vindos dos leitores, como você,
E ao invés de ler, escutam a voz e o som...

Eu não sei o sentido de viver...
Sinceramente, é complicado,
Vivo então nesse eterno aborto...

Poeta sou e hei de ser,
Carregando meu fardo, mesmo que pesado,
Um dia serei, um poeta morto.

Simon-Poeta

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Seus Labirintos


Suas pernas são labirintos,
Nas quais eu escolho me perder,
Seguindo meus instintos, 
Procurando você.

As ranhuras de sua boca,
Fazem-me perder,
E viver volúpias loucas,
Que jamais pensei viver.

Seu calcanhar, 
Que vai em rumo das coxas,
Que me fazem sonhar,
De uma vida contigo, louca.

Vou deslisando meu rosto em suas pernas,
Minha barba fica a te incomodar,
E como em um momento, deveras,
Deixas-te-me em teu corpo tocar.

Minha língua deslisa suas coxas inteiras,
Posicionadas rumo ao céu,
Desnudas, da morte à beira,
Me fazes seu bandido; confesso réu.

Tem-me em suas mãos,
Fazer-lhe-á de mim o que desejar,
Mas nossa paixão,
Não nos deixa lugar.

Tamanho ardor invade aquele quarto,
Em um momento qualquer,
Pede-me para ir embora, mas sempre guardo-te em meus braços,
Na hora que bem quiser. Não quero ir agora!

Aperto tua garganta,
Ou aperta ti mesmo?
Quero saber o que adianta,
Eu ser um asno ou da vida um esmo...

Quero deliciar-me em tuas virilhas,
Beijar teu tronco por inteiro,
Pensar em distâncias de milhas,
Que eu sou seu escravo sexual. Te cobro prazer, e não dinheiro.

Quero beijar-te inteira,
E depois acamar-te em meus braços,
Em sinal de paixão derradeira,
E amor infinito que deixa seus traços.

Quero sonhar com teu corpo,
Quero realizar meus desejos secretos,
Quero dizer que por ti sou louco;
Quero provar que sou muito esperto.

Seus labirintos me mantem preso,
Em um lugar maravilhoso,
Que com tal sonho, de valor mesmo,
Experimento do teu corpo o gozo.

Quero deleitar-me em teu ventre,
Sentir o que te faz viver,
Pois meus desejos nunca mentem,
Ao dizerem que querem você.

Simon-Poeta

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Boêmio


Debilitar-me-ei,
De bebidas extremamente fortes,
Para sentir o doce gosto da morte,
Pelo qual sentirei...
Vô-lo pedi,
Para que jamais de mim se esqueça,
Continua sóbria, não perca a cabeça,
Pois isso não é mal; a minha já perdi.
Na árida areia do deserto da morte,
Na boca, colocarei o fel,
Pois de mim se ausentou o gosto do mel,
Lá se foi a minha sorte...
Boêmio sei que sou,
Mas não é devido a mim mesmo,
É por causa desse maldito peso,
Que hoje eu carrego; mas antes, você carregou.
Deleitar-me-ei sobre a vida,
Queixando o meu jeito estranho,
Meu escuro olho castanho,
Minha estrada comprida.
Foi ruim, enquanto minha vida durou,
Pois durou bastante,
Mas agora, nesse instante,
Serei o que verdadeiramente sou:
Morto sem morrer,
Vivo sem viver,
Crédulo sem crer,
E inútil sem saber.

Simon-Poeta

Despedida

Eu não gosto dessa palavra...
Não sei por quê;
Ou já sei? Deve ser
Pelo mundo e suas "rodadas".
O ano se acabou,
Mas, muito aprendemos,
Com o tempo que vivemos,
Juntos, no mesmo lugar.
Agora, é cada um pro seu canto,
Cada qual com sua vida,
Mas nos resta uma ferida:
A amizade e seus encantos.
Todos nós tivemos momentos diversos,
Alguns tristes, outros engraçados,
Momentos de sentimentos inesperados,
E eu, aqui, com meus versos.
Queria eu repetir novamente esse ano (mentira, não queria tomar bomba),
Para termos novamente,
Momento que o coração e a mente,
Se põem a trabalhar.
E podendo se desculpar,
Dizendo que tudo é um engano,
Os momentos bons pouco duraram,
Mas, como todos os amigos, brigas tivemos,
Mas nos contemos,
Pois o amor de uma amizade...
Ah! O amor de uma amizade, vem do coração.

Simon-Poeta

Soneto ao Não Esquecimento


Você se infiltra em minha cabeça,
Afim de que eu possa te esquecer,
Mas antes que de ti eu me esqueça,
Te digo que sem tu, não sei viver.

Minha boca se choca com a sua,
Minha vida já sabe o que quer,
Viver contigo em um lugar qualquer,
Seja no conforto de uma mansão, ou na desgraça de uma rua.

Quero apenas te dizer,
Jamais me esquecerei,
Das coisas boas que vivi...

Tudo que eu quero, é que você,
Saiba o que eu sei:
NÃO SEI VIVER SEM TI.

Simon-Poeta

Soneto à Mulher Desejada

É incrível o quão és desejada,
Por muitos homens és cobiçada,
Tua sensualidade conduz qualquer um, que seja,
Fazer uma besteira.

Desejo-te,
Pois em meus sonhos vejo-te,
Em minha cama,
Mas não sei se me amas.

És mulher de um homem só,
Mas te quero desesperadamente,
Quero teu marido ser...

Isso é o melhor,
Inconsequentemente,
Largo minha vida, e vou te viver.

Simon-Poeta

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Mensagem VIII


Mensagem VII


Mensagem VI


Haikai do Beijo






Somos uma boca,
Que se toca em amor,
És minha louca...

Simon-Poeta

Soneto ao Primeiro Beijo

Desde quando te conheci,
De amor maior não mais provi,
Pois tua vida me amou,
E a mim te entregou.

Desde já te amei,
E outra mulher não mais desejei,
O amor que há entre nós,
Nos abriga e não nos deixa a sós.

Tudo que nossas vidas sentiram,
Foi o amor no nosso primeiro beijo,
És minha sina...

Assim que nos conhecemos seus lábios me sorriram,
E aumentou ainda mais meu desejo,
De te fazer minha menina.

Simon-Poeta

Vida de Puta

Naquele cabaré,
Tudo havia se dissipado
Em trêmulas sensações de pé,
Naquele mesmo fardo;
De sentimentos imbecis,
Que abominam o amor,
E sabem que a dor,
Não se deixa ser feliz.
A agonia que a bebida causa,
Que da dor se arrasa as feridas
Leprosas de dores amorosas,
Que revive suas vidas,
Em branco, vermelho e em cor-de-rosa.
Pelas vidas que se perdem desesperadas,
Por vilas amedrontadas de cinza escuro,
E que por cima do muro,
Se escondem apavoradas,
Do medo que se faz presente,
Em qualquer pessoa contante,
Que por um dia, que seja,
Vai naquele lugar,
Tomar uma simples cerveja,
E volta para casa,
Desfalecido pela cachaça,
Que se entregara em copos miúdos,
E que voltam de graça,
Para toda a gente de todo o mundo.
Oh! Puta,
Destrói-te em vidas vãs,
E põe-se a comer rãs,
Nojentas e robustas.
Volte para seu cabaré,
E atenda seus clientes,
És mulher pra toda vida,
És mulher de toda gente.

Simon-Poeta



Mensagem V


domingo, 8 de dezembro de 2013

Soneto aos Amigos

Saudade!
Sinto-me com abstinência de alguém,
Seja lá de quem,
Somente essa dor me invade.

Sempre quis estar perto de ti,
Mas isso não aconteceu,
E a vida nos apeteceu,
De vidas assim.

Nos separamos, eu sei,
Mas muita falta sinto ainda,
Sempre os amarei...

Minhas rainhas e meus reis,
Vocês são minha vida,
Desde quando vos amei.

Simon-Poeta

Haikai Até o Fim




Tudo que vivi,
Seja lá de bom ou mal,
Fui até o fim.

Simon-Poeta

Vida sem Sentido

Vejo você...
Deitada nos braços da morte,
Daí vem a sorte,
E te liberta da vida.
Vejo você...
Me amando distante,
Dizendo que de hoje em diante,
Não odiará mais ninguém,
E a beleza te mata,
E te faz de refém,
O ódio te resta,
Tudo te derruba,

Seu desejo murmura,
Sua boca me beija,
Meu desejo boceja,
Não estou mais acordado,
Quero morrer ao teu lado,
Viver não me agrada mais.
E a vida nos resta,
Esse desejo não presta,
Como uma fruta amarga,
Que se dissolve em mágoas,
Como se fossem veneno,
Pois teu olho pequeno,
Lhe deixa cega,
Para não veres a realidade,
E saber que a força de vontade,
Só acaba quando não há desejo mais,
E tudo que você me faz,
Morre.
Tudo que me ama,
Vive,
Mas a nossa cama nos socorre, 
E tudo que já tive,
Não mais supõe,
Que o amor sobrepõe,
O amor não correspondido,
Pois o que era pra eu ter vivido,
Não ressuscita mais,
A vida que morreu,
Do desejo que viver,
E reinou por inteiro,
Nesse tremendo paradeiro,
Por onde nossas vidas se escaparam,
E não voltaram mais.
A desgraça restou,
Pois tudo mudou,
Nossa vida morreu,
Pois um dia já se viveu,
Um amor por ela,
Que quem bate recebe,
E que esquenta congela.

Simon-Poeta

Grandezas de um Ser Maléfico

Teus olhos ficam vermelhos,
Como uma cereja madura e suculenta,
Que as razões da morte inventa,
E deixa-te intacto os cabelos.

De humano vira uma ave,
Negra, mas ao mesmo tempo alva,
Pois o refletor de luz branca se apontava,
No meio dos seios daquela negra penuje.

Agora vem-se girando,
Criando asas,
Se exibindo...

A cada giro, penas vão se encontrado,
E os seus olhos, como brasas,
Vão chorando, e a boca sorrindo.

Simon-Poeta em homenagem ao filme Cisne Negro

Amantes da Noite

DUETO COM ANÓNIMO

G.M.N.
E quando te conheci
Nos teus braços, me envolvi.
Tão aconchegante, 
Me excitava e dali, 
Não queria mais sair.
Então me virava te agarrava pelos braços e te beijava...

J.S.S
Nossas bocas se tocavam lentamente, 
Como se nossas mentes fossem uma só, 
Enquanto isso, aproveitávamos o melhor, 
Amar enquanto há tempo, de ter-te em meu redor.

por Simon-Poeta e *******

sábado, 7 de dezembro de 2013

Dia Escuro


Soneto às Diferenças

Ninguém é igual a ninguém,
Mas o que é que tem?
Negros e brancos,
Sofrem identicamente, e choram a prantos.

Gays e héteros,
Todos corretos,
Em seguirem seus sonhos,
E viverem risonhos...

Diz o grande poeta:
"Se as cores se misturam pelos campos,
É que flores diferentes vivem juntas..."

E Deus, por seu amor decreta:
Risos e prantos,
Respostas e perguntas...

Simon-Poeta

Só Sei te Amar






Só sei te amar,
Desde quando eu te vi...
Amor maior não há.

Simon-Poeta

Amor Diferente

Existem várias formas de amor,
Muitas são heteras, e, por ventura, homofóbicas,
Quem não conhece, logo diz que entre gays é só sexo,
Mas existe algo além disso, eu sei...
Não digo por experiência própria,
Digo porque sei,
Que até nas horas impróprias,
Existe amor gay.
Muitos podem falar mal,
E outros respeitarem (como eu),
Mas o que importa, é que o amor está no ar,
E não se tem medidas para amar.
Tudo pode ser diferente,
Nada precisa ser apenas rotineiro,
Mas, pena que o mundo inteiro,
Não sabe o que é amar,
E por esse momento passageiro,
Não se quer para o próximo olhar.

Simon-Poeta

Pensando em você

Pensando em você,
no vazio escutando o vento,
sentindo o sabor do frio
que degela mi alma,
traz a mente uma
reminiscência tardia,
um amor tão bonito e profundo.

Sinto na água o sabor da tua boca,
que se perdeu... sem mais querer
um ósculo envolvente me dar...
Pensando em você não sei mais
o que fazer, dizer, viver,
doido pelo prazer que me dava a sensação
frugal de a ter.


Nossa Primeira Noite...

Quando vi, você nua, em minha frente,
Gélida e parda, pois o frio te aguardava,
Em meio nossas mentes,
Que mentiam e ainda mentem.

Todo dia, depois daquela noite,
Pensei em ti, desesperadamente,
Pois as nossas mentes
Que mentiam, ainda mentem.

Depois disso, não gostou de mim mais,
Disse que apenas a primeira noite te satisfaz,
Me abandonou, indo embora, e não voltando mais.

Quero então novamente lhe encontrar,
Para perto da tua boca poder falar:
"Toda vez que eu for te amar, será a nossa primeira noite." E isso bastará.

Simon-Poeta

Choro de letras

Microconto por Cássia Torres

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Amar-te

Seu beijo irá encontrar-se
com a terra,
aprecio pela ultima vez
o belo rosto que entrará
para o esquecimento.

O perfume das rosas que
agora perfumam vivas.
Como tu, para minha tristeza,
todas morrerão.

O que é belo, mais não será,
a terra irá engolir
a  fineza mortal.

O ataúde se fecha
e o vento que beija teu corpo
diz "Nunca mais".

Amo Tanto

Quão doloroso
é amar tanto,
tanto amar
chega fazer mal
não são tanto
os que tanto amam
e que tem a coragem
de se submeter
a tanto mal.

Não são sãos
os que assim
ousam amar.


Sinto em ti

Perco-me na ilusão
dos teus olhos,
saboreando em mente
os teus lábios.

Pelos teus cabelos
acaricio teu rosto,
macio e singelo
tal como a neve do amanhecer.

Sinto em teu perfume
o disfarce do corpo
que rosa já é.

Sinto na tua proximidade
a tentação que me faz
mais teu amor querer.

Confesso


Confesso, minhas
palavras me traíram,
falaram em poesia
o que sentia minha razão.

Falou o amor em vez
das certezas que
regavam minha
boca.

Confessou o amor,
a amante luzida
com penas nas mãos. 

Coração

Ai coração
és tu demente
enlouquece a razão
sem saber o que sente.

És coração,
tu culpado da ilusão,
descubra o sentimento
antes do descontentamento.

Ai coração
deixe minha noção
antes que me caia ilusão.

Ajude-me coração,
ajude a perdida razão,
resolva a nossa paixão.

Não há Caminho Fácil Para a Liberdade



Mandela,
Grande homem,
Que ilumina e dá a luz,
Através da negritude.

A prova de que alguém não precisa ser branco pra ser forte,
E também, que todos somos iguais,
Até na hora da morte...
Não somos imortais.

Oh! Mandela,
Olhe para nós...
Racistas,
Loucos...

Sinto-me na obrigação de colocar-me em teu lugar,
Como fazem poucos,
Pois a questão de amar,
É de um tema só... e não de outros.

Homem maior que tu?!
É difícil achar...
Nessa terra de egoístas,
Que só sabem para si olhar.

Sempre te admirei,
E hoje, quando soube de sua morte,
Vejo que tínhamos a sorte,
De ter pessoas, como você... nasceu com majestade,
De uma linda humildade,
Foi, e continua sendo,
REI!

Simon-Poeta

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Haikai Duvidoso


Quem nunca morreu?
Creio que eu não morri...
Mas, vai lá saber...!

Simon-Poeta